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Este blog tem como objetivo, ser um complemento para alunos do ensino médio, no que refere as Ciência Humanas.


26/12/2014

2ª Aula: A Antiguidade Clássica – Grécia Antiga: Período Homérico – do século XII ao século VIII a.C.




Fala galera!! Tudo bem? Na aula de hoje vamos falar sobre o período  compreendido entre os séculos XII e VI a.C. Esse período da civilização grega corresponde a  Grécia Primitiva. Esse período é  chamado de período homérico. O nome Homérico está ligado ao fato desse cidadão ter escrito dois poemas intitulados de  Ilíada e de Odisseia que tratam sobre esse período da história da Grécia antiga.



E é claro que supostamente existiu um poeta de nome Homero, que teria escrito a Ilíada e a Odisseia, e que a partir dos seus relatos orais sobre a história dos séculos anteriores a ele

O  fato é que esses poemas  acabaram servindo base de estudo sobre os acontecimentos ocorridos dessa civilização no período  do entre século XII ao século VIII a.C.

É justamente nesse período que temos o inicio das invasões dóricas na região que conhecemos como Grécia Antiga.

Esses poemas são  as principais fontes escritas conhecimento sobre a sociedade Grega antiga o XII ao século VIII a.C são a llíada e a odisséia, dois longos poemas atribuídos a Homero.

Galera!! Escavações arqueológicas feitas a partir de 1870 têm confirmado a veracidade de alguns fatos e personagens descritos nessa obra. Galera! Por que elas são tão importantes?

Porque através delas, ficamos sabendo, por exemplo, como era a organização social dos gregos. 
E também porque esses poemas são importantes no estudo da civilização grega por serem a expressão cultural do povo na época, principalmente a forma como entendiam a relação entre homens e deuses, baseada em sentimentos como amor, ira, inveja e vingança, o que levava os deuses a interferirem na vida dos humanos.  Expressam ainda locais que formaram o mundo grego antigo, bem como a exposição dos elementos mitológicos desse povo.

- A llíada descreve episódios verídicos e imaginários da Guerra de Tróia. 
- A Odisséia conta as histórias de Ulisses em sua viagem de volta para casa, depois de enfrentar deuses e gigantes, e resistir aos encantos das sereias, Ulisses consegue retornar ‘a sua terra e reencontrar Penélope, sua esposa.

Ao se ler a Ilíada e a Odisséia chega-se às seguintes conclusões:
  • a sociedade grega do Período Homérico era constituída por uma ampla comunidade, onde seus membros eram ligados por laços de parentesco;
  • a terra era propriedade comum;
  • inexistia a divisão em classes sociais;
  • o poder era exercido pelo mais velho dos membros do clã: o páter.
   
Vamos iniciar nossa aula com a seguinte pergunta:
Como era a organização da sociedade grega nesse período?

Pelos relatos de Homero, os gregos nesse período, se organizavam em pequenas comunidades chamadas genos (grandes famílias com antepassados comuns). Cada geno era chefiado por um patriarca, dando um caráter patriarcal à organização social do período, o que representava também uma volta ao mundo rural. A economia nessa sociedade era natural e auto-suficiente. Cultivavam cereais, vinhas, oliveiras, legumes e árvores frutíferas; criavam bois, cavalos, ovelhas, cabras e porcos. O boi era usado como medida-padrão de valor ou moeda.

IMPORTANTE:

Na história Grega este período foi o mais longo por isso para compreendemos melhor esse período vamos dividido em três fase.

- A primeira parte se tem notícia através dos poemas de Homero, a Ilíada e a Odisséia. É conhecida como Tempos Heróicos ou Tempos Homéricos. Foi a fase anterior a ao século VIII a.C. que corresponde século XII ao século VIII a.C
- A segunda fase é mais conhecida, começou a partir VIII a.C. Nela se deram as grandes invasões gregas e foram criadas colônias na Ásia Menor e na Magna Grécia (sul da Itália e a Sicília). Esparta, Atenas, Corinto e outras cidades tivera     m seu maior desenvolvimento.
- A terceira fase que teve início no século VI a.C., a Pérsia conquista as colônias gregas da Ásia menor, originando vários conflitos entre esses dois povos (Guerras Médicas do século V a.C.)

Então vamos a primeira fase:
Ilíada
Vamos iniciar a nossa falar comentando qual foi a narrativa de Ilíada.
A Ilíada narra a guerra entre os gregos e os troianos. A causa dessa guerra foi o rapto da bela Helena, esposa de Menelau, por Páris, filho do rei de Tróia ou Ileo (daí Ilíada).

Comandados por Agamenon os gregos atacaram os troianos.
Durante as lutas Aquiles foi o destaque grego enquanto Heitor era o herói troiano.

Aquiles:
Protegido pelo deus Hefaísto, que lhe cedera uma armadura impenetrável, Aquiles atacou os troianos que fugiram, exceto o corajoso Heitor, que enfrentou Aquiles. Apesar da bravura, Heitor foi morto por Aquiles que acabou profanando o seu cadáver.

O irmão de Heitor, Paris, que jurara vingança, acabou matando Aquiles após feri-lo com uma flecha em seu único lugar vulnerável: o calcanhar, daí o termo calcanhar de Aquiles que quer dizer o ponto fraco de uma pessoa.

Não conseguindo tomar Tróia pela força, os gregos usaram da astúcia...

Após terem celebrado a paz com os troianos, os gregos enviaram à Tróia um grande cavalo de madeira como presente (daí a expressão "presente-de-grego"). Acontece que dentro desse cavalo estavam os melhores guerreiros gregos. Estes, já dentro da cidade, abriram as portas para que o exercito grego liquidasse os troianos que foram apanhados desprevenidos.

Assim que os gregos conquistaram Tróia, após uma guerra de durou 10 anos.

Odisséia  
Agora, vamos falar sobre a Odisséia  
A Odisséia narra as aventuras de Ulisses (ou Odisseu), rei da Ítaca, que após a destruição de Tróia procura retornar a sua fiel esposa Penélope, que prometera escolher um noivo, assim que terminasse de tecer um manto. Acontece que na esperança da chegada de Ulisses ela desmanchava, à noite, o trabalho que fizera durante o dia.

Finalmente, Ulisses chegou. Disfarçado em mendigo, se dirigiu ao local onde se celebrava a festa em honra do deus Apolo. Nesta festa, Penélope propôs que aquele que conseguisse disparar o arco e as flechas de Ulisses ela desposaria. Todos tentaram, sem sucesso.
Ulisses, graças à interferência de Telêmaco, seu filho, que sabia de seu segredo, disparou as doze flechas. Em seguida venceu os seus adversários e revelou-se a Penélope, que não acreditava ser aquele velho esfarrapado o seu esposo. Para contornar a situação, a deusa Atenéia devolveu a Ulisses a sua juventude e também a obediência a seu povo.

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