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Este blog tem como objetivo, ser um complemento para alunos do ensino médio, no que refere as Ciência Humanas.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aula ESTRUTURA GELÓGICA BRASILEIRA


 NOÇÕES PRELININARES:


A Estrutura Geológica do Brasil

O território brasileiro é formado, basicamente, por dois tipos de estrutura geológica: os escudos cristalinos (blocos cratônicos) e as bacias sedimentares.

As formações serranas originaram-se de dobramentos antigos, constituídos antes da Era Cenozóica. Por exemplo: os dobramentos que originaram a Serra do Mar e a Serra da Mantiqueira remontam à Era Arqueozóica, e os que originaram a Serra do Espinhaço, datam da Era Proterozóica.

Áreas cratônicas: terrenos arqueozóicos e proterozóicos

Geologicamente estáveis, os crátons têm grande importância econômica porque abrigam as principais jazidas de minerais metálicos, como ferro, manganês, cobre. Por serem muito antigos, a ação dos agentes externos do relevo (clima, rios, mar, etc.) modelou-os, dando origem a formas arredondadas, os planaltos cristalinos. Do território brasileiro, 36% correspondem aos escudos cristalinos, assim distribuídos:

- 32% são da Era Arqueozóica. Esses terrenos, os mais antigos do país, são constituí­dos por rochas magmáticas intrusivas ou internas (como o granito) e metamórficas

(como o gnaisse) e formam o chamado Embasamento ou Complexo Cristalino Brasileiro;

- 4% são terrenos da Era Proterozóica, em que predominam as rochas metamórficas. Possuem grande importância econômica porque neles se localizam as principais jazidas de minerais metálicos do país. É o caso das jazidas de ferro do Quadrilátero de Ferro (MG), da Serra dos Carajás (PA) e do Maciço de Urucum (MS); das jazidas de manganês da Serra do Navio (AP); da bauxita de oriximiná (PA); da cassiterita de Rondônia.

Podemos também considerar os escudos cristalinos em dois grandes blocos: o Escudo das Guianas, situado ao norte, e o Escudo Brasileiro, que abrange as porções central, leste e sul do país e se encontra subdividido em várias partes denominadas núcleos ou escudos propriamente (Sul-Amazônico, Atlântico, Uruguaio-Sul-Rio-Grandense).

Bacias Sedimentares

As bacias sedimentares cobrem 64% da área total do Brasil e classificam-se, quanto extensão, em grandes bacias (Amazônica, do Meio-Norte, Paranaica, Sâo-Franciscana e do Pantanal) e pequenas bacias (do Recôncavo Baiano, de São Paulo, de Curitiba).

Quanto à idade classificam-se:

Bacias antigas:
- paleozoicas (São-Franciscana e Paranaica) - e
- mesozoica (Meio Norte e do Recôncavo)

Bacias recentes:

- cenozoicas terciárias (Central e Costeira) e
- quatenárias (Amazônica e do Pantanal).

Aproveitamento Economico

As bacias sedimentares são estruturas geológicas de grande importância econômica pelo fato de abrigarem jazidas de recursos minerais energéticos, como o petróleo e o carvão mineral.

O petróleo extraído no Brasil é proveniente de bacias sedimentares tanto continentais (por exemplo, a Bacia do Recôncavo Baiano) quanto marítimas (por exemplo, a Bacia de Campos, no Rio de Janeiro). No tocante ao carvão mineral, as principais jazidas e a quase totalidade da produção encontram-se na Bacia Paranaica, a maioria em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.


II - Relevo
O relevo brasileiro: formas e altitudes

O relevo brasileiro apresenta grande variedade morfológica (de formas), como serras, planaltos, chapadas, depressões, planícies e outras, resultado da ação, principalmente, dos agentes externos sobre estruturas geológicas de diferentes naturezas e idades. Os agentes externos que mais participaram da formação do relevo brasileiro foram o clima (temperatura, ventos, chuvas) e os rios.


Em sua porção continental, o relevo brasileiro não apresenta formas oriundas da atuação recente dos agentes internos (vulcanismo, tectonismo), como as elevadas montanhas que caracterizam as cordilheiras de tipo andino, alpino e himalaio. Apesar de as estruturas geológicas que lhe deram origem serem em geral antigas, as formas atuais de nosso relevo foram esculpidas principalmente ao longo do Período Tercéario e do início do Quaternário. Esses dois períodos pertencem à mais recente das eras geológicas: a Cenozóica.


No aspecto altimétrico, o relevo brasileiro caracteriza-se pelo predomínio de altitudes relativamente modestas. Apenas um ponto do território ultrapassa 3 mil metros de altitude: o pico da Neblina (3014 m), ponto culminante (mais alto) do

Brasil, localizado no estado do Amazonas, próximo à fronteira com a Venezuela. Mais de 99% do relevo brasileiro possui altitudes inferiores a 1200 metros. O predomínio de altitudes medianas deve-se, de um lado, à inexistência de dobramentos modernos e, de outro, à intensa ação erosiva que, ao longo do tempo, desgastou as velhas estruturas geológicas mais salientes do território brasileiro, confirmando o caráter modesto dessas altitudes.

Bons Estudos..
Observação: Bacia sedimentar x planície

Não devemos confundir bacia sedimentar, denominação que se refere à estrutura, com planície, que se refere à forma. A estrutura geológica sedimentar indica a origem, a formação e a composição do terreno, ocorrida ao longo do tempo geológico. Durante sua formação, enquanto a sedimentação supera os processos erosivos, a bacia sedimentar é sempre uma planície. Uma bacia sedimentar que no passado foi uma planície pode estar atualmente sofrendo um processo de desgaste e, portanto, corresponder a um planalto ou a uma depressão, como as da Amazônia. Em contrapartida, bacias sedimentares que hoje estão em processo de formação correspondem a planícies. Um exemplo: a planície do Pantanal.

Resumo:

Relevo é Diferente de Estrutura geológica
Lembrando:
Relevo= corresponde a forma (o modelado) apresentado pela superfície terrestre.
Estrutura geológica:corresponde a natureza das rochas (tipos de rochas) que compõem o relevo de um lugar   

Assim para entender as atuais formas do relevo brasileira, precisamos 1º conhecer as formas da estruturas geológicas que compõem o território brasileiro.

Para isso precisamos saber que:

-Existem diferentes idades entre as estruturas geológicas brasileiras. E que essa diferença de idade é expressa em eras e períodos geológicos (tempo geológico)  

Como assim???? Bem pessoal, para eu entender melhor e fixar a diferença de idade das estruturas geológicas eu devo primeiro dividir o tempo geológico em dois  grandes períodos. Quais?:

            - os "tempos antigos" e
            -  os "tempos recentes".

Essa divisão é só para melhor entendimento, na verdade essa divisão não existe no real.

Vejamos:

Os "tempos antigos" abrangem o Pré-Cambriano e as eras Paleozóica e Mesozóica - e que estas se associam à configuração do arcabouço geológico. Que corresponde os terrenos originalizados com a gêneses das primeira rochas que formaram a superfície e que ainda existem e são chamados de:
           - Escudos Cristalino ou residuais
           - Maciço Antigos ou residuais ou ainda
           - Cobertura residuais de plataformas planálticas

Esses "tempos antigos" possui grande parte das rochas e estruturas do relevo brasileiro são anteriores à atual configuração do continente sul-americano, que passou a ter o formato atual depois do levantamento da cordilheira dos Andes, a partir do Mesozóico. Isto é, vale dizer que para os terrenos cristalinos as estruturas e formações rochosas são antigas, mas as formas de relevo são recentes, decorrentes do desgaste erosivo.

Os "tempos recentes" abrangem os períodos Terciário e Quaternário da Era Cenozóica, associando-se à modelagem do relevo.

Nesses"tempos recentes"  foram formadas as bacias recentes que correspondem ao terciário e quaternário (Cenozóico 865 milhões de anos) e correspondem aos terrenos do Pantanal Mato-grossense, parte da bacia Amazônica e trechos do litoral nordeste e sul do país.

CONTUDO é importante saber que  restante do território brasileiro tem bacias sedimentares que tem  idades geológicas que vão do Paleozóico ao Mesozóico (o que significa entre 570 milhões e 225 milhões de anos), para as grandes áreas sedimentares, e ao pré-cambriano (acima de 570 milhões de anos ).Isto é bastante antigas.

CARACTERÍSTICAS GERAIS
- Formação antiga e muito desgastada
- possui  uma  estrutura  geológica  velha,  bastante  erodida, portanto de altitudes modestas.
IMPORTANTE: lembre-se que as estruturas e formações rochosas são antigas, mas as formas de relevo são recentes, decorrentes do desgaste erosivo.
- Apresenta  predomínio  de  altitudes moderadas  onde 93% possui altitudes, inferior a 900 m. Por que? A predominância de áreas de baixas altitudes,é devido os nossos terrenos terem sido formados na Era Cenozóica.
- A estrutura geológica corresponde aos grupos de rochas que formam as formas do relevo, no caso brasileiro, está dividido entre escudos cristalinos (rochas magmáticas e rochas metamórficas), datados e da Era Pré-Cambriana  e correspondem a 36% do território brasileiro e as bacias sedimentares, datando da Era Paleozóica à Mesozóica, e outras mais recentes datam da era Cenazóica que totalizam ou correspondem  64% das formas de estruturas geológicas no país.
Concluindo:

O território brasileiro, de um modo geral, é constituído de estruturas geológicas muito antigas, apresentando, também, bacias de sedimentação recente.
- Altitudes modestas:
0 – 200 m = 41%
  200 – 900 m = 56%
    900 – 1200 m = 2,5%
+ 1200 m = 0,5%

- Não apresenta  dobramentos modernos  o que confere ao território brasileiro não está  sujeito a movimentos tectônicos violentos, como terremotos de grandes magnitude.

Importante: a não ocorrência no país de desdobramentos modernos, contribui para que o relevo seja bastante desgastado e rebaixado isso devido intemperismo e pela erosão, fato evidenciado pelas modestas altitudes encontradas no país. 

- apresenta  duas  formas, de estrutura geológica onde predominam  as bacias sedimentares;
           -   ¾ = 64% corresponde a bacias sedimentares
           -   ¼ = 36% corresponde a escudos cristalinos

Analisando as diferentes classificações do relevo brasileiro

Aroldo de Azevedo
Observa as cotas altimétricas,
- 200m - planície
+ 200m – planalto

- Observa também a geomorfologia (modelado)e a geologia do terreno (tipo de estrutura geologica).


Aziz Nacib Ab’Saber – Observa o desgaste das rochas em relação ao clima do local dentro do tempo geológico.

Além de despreza as cota altimétricas usada por Aroldo, Isto é, leva em consideração a gênese fisiológica das dos modelados, ou seja, os processo de erosão e decomposição das rochas (perda e ganho de sedimentos).
 Critério = Geomorfoclimático = estuda as formas de relevo  a partir da ação do clima sobres as rochas
Assim:

- Planalto: corresponderia a superfície aplainada, onde o processo erosivo estaria predominando sobre o sedimentar.
- Planície: (ou terras baixas) se caracterizaria pelo inverso, ou seja, o processo sedimentar estaria se sobrepondo ao processo erosivo  independentemente das cotas altimétricas.


Sobre a Bacia do Paraná (Planalto)
Segundo os geógrafos Aroldo de Azevedo(1948) e Aziz Ab' Saber (1956), no Planalto Meridional do Brasil na era paleozóica houve  derrame vulcânico no subsolo em  fissurais dentro da crosta terrestre, que atingiu áreas das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, dando origem à um tipo de rochas magmática extrusiva, chamada de basalto que após ter sofrido a ação do intemperismo, deu origem a um solo bastante fértil, a terra roxa.  A principal caracterizados desse tipo de solo é o elevado grau de fertilidade natural  e por isso essa região é bastante cultivado atividades agrícolas, principalmente a da cafeicultura.
              Agora me responda:
       Qual o tipo de rocha, magmática extrusiva, chamada de basalto
        Qual o  tipo de estrutura geológica que deu origem ao solo de terra roxa: Escudos cristalinos.
        E qual é a atividade agrícola historicamente nele desenvolvida: Cafeicultura

Pontos em comum: Aroldo de Azevedo e Aziz Nacib Ab’Saber 

- apresenta  duas  formas, de relevo: Planaltos e planícies, com a predominância de planaltos;


a) Até meados do século XX, as classificações do relevo observa apenas a geomorfologia do terreno (modelado) e a geologia do terreno (tipo de estrutura geológica. Geralmente com o auxilio da observação da altura das superfície estudadas aplicando cotas altimétricas.

Depois o critério passou a ser outro, o geomorfoclimático. Esse critério despreza as cotas altimétricas,  e leva consideração apenas a perda ou ganho de sedimentos. Como principais elementos nessa determinação têm-se  a análise da estrutura geológica (tipo de rocha predominante) e a do clima que atua ou que já atuou sobre os vários tipos de rochas de uma determinada região ao longo do tempo geológico
Aproveitamento econômico das estruturas geológicas brasileira



 



OBERVAÇÃO


Os Escudos cristalinos são blocos imensos de rochas antigas, as primeiras que apareceram na crosta terrestre. Formaram-se na era pré-cambriana e no início da era paleozóica, sendo bastante antigos, razão pela qual possui altitudes baixas, devido a forte atuação dos fatores externos modificadores do relevo (erosão e intemperismo). Entretanto, algumas das formas principais do relevo brasileiro, são decorrentes de fenômenos tectônicos remotos, ocorridos pela ação de epirogênese e movimentação tectônica com lento erguimento e rebaixamento da crosta, provocando falhas e fraturas na forma da superfície do país, principalmente na região leste-sudeste do país.
(África), os Alpes.

Nos terrenos arqueozoicos (32% do território) encontramos rochas como o granito e elevações como a Serra do Mar. Nos terrenos proteozoicos (4% do território), encontramos rochas metamórficas que formam jazidas minerais, principalmente de ferro e manganês, como as localizadas na Serra dos Carajás, no Pará. Os escudos cristalinos apresentam instabilidades tectônicas (vulcões e terremotos) por serem novos (fim do Mesozoico e começo do Terciário). No fundo dos mares recebem a denominação de dorsais submarinas. Geralmente se localizam em áreas de encontro de placas tectônicas, como os Andes, as Montanhas Rochosas e cadeias paralelas (oeste da América do Norte), o Himalaia, o Atlas





Na legenda 1 o amarelo representa os escudos cristalinos e o verde as bacias sedimentares.
Escudos antigos correspondem a 36% da área territorial e dividem-se em duas grandes porções: o escudo das Guianas (norte da Planície Amazônica) e o escudo Brasileiro (porção centro oriental brasileira). O escudo Brasileiro divide-se em Planalto Nordestino, Planalto Central, Serras e Montanhas de Leste e Sudeste e Planalto do Maranhão-Tocantins, segundo a classificação do geógrafo Aziz Nacib Ab’Saber









Dobramentos modernos: os dobramentos modernos formados por rochas magmáticas e sedimentares pouco resistentes correspondem às grandes cadeias montanhosas do globo datadas do período Terciário da Era Cenozoica. Apresentam também as maiores elevações da superfície terrestre. Forças tectônicas vigorosas, durante o Período Terciário da Era Cenozoica, provocaram o enrugamento dessas estruturas, originando grandes cadeias montanhosas ou cordilheiras, como os Andes, as Montanhas Rochosas, os Alpes, e o Himalaia. O Brasil, por exemplo, não conhece formações geradas por dobramentos modernos. A expansão dos estudos geomorfológicos no Brasil se deu nos últimos 50 anos, devido à valorização das questões ambientais e por aplicar-se diretamente à análise ambiental. Um dos maiores projetos já realizados, buscando o levantamento de recursos naturais, incluindo geologia, geomorfologia, solos, vegetação e uso do solo, foi o Projeto Radam Brasil. De 1973 em diante, publicaram-se os relatórios, os documentos cartográficos (mapas temáticos) que recobrem todo o País. Atualmente, a geomorfologia acompanha os rumos teóricos e os caminhos de aplicação; entretanto, as dificuldades de acesso rápido às novas tecnologias e a falta de infraestrutura prejudicam os avanços da ciência

É muito comum nos vestibulares e no ENEM relacionarem essa parte da geografia física com o uso do espaço pelo homem e aproveitamento econômico desse tipo tipo de recurso natuarais.

Exemplificando:
Veja o mapa abaixo com as principais reservas minerológicas brasileiras
O ferro explorado principalmente no quadrilátero ferrífero em Minas Gerais e na Serra do Carajás no Pará; o manganês no Maciço do Urucum no Mato Grosso do Sul, na Serra do Navio no Amapá, em Minas Gerais e no Pará; a bauxita no vale do rio Trombetas no Pará e a cassiterita em Rondônia e Minas Gerais.

Já as bacias sedimentares brasileiras de formação antiga (eras paleozóica, mesozóica) e as de formação recente (era cenozóica), são importantes, pois abrigam jazidas minerais usadas como fontes de energia, como o petróleo, gás natural e carvão mineral, sendo este último raro no país, aparecendo apenas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Já o petróleo está presente em quase todo o litoral brasileiro, junto a costa marítima, principalmente na bacia de Santos (SP), de Campos (RJ), no Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pará e Amazonas (foz do rio amazonas). Outra característica de destaque das bacias sedimentares brasileiras é que durante a era mesozóica, quando da formação da Bacia Sedimentar do Paraná, ocorreu uma intensa atividade vulcânica com extravasamento de magma, formando grande quantidade de rocha basáltica, cuja decomposição originou a terra roxa, solo extremamente fértil, que determinou a vocação agropecuária do oeste do Estado de São Paulo e norte do Paraná.

Importante

Deve-se destacar ainda que relevo e estrutura geológica são conceitos diferentes, sendo que o primeiro corresponde a forma apresentada pela superfície terrestre e a estrutura geológica corresponde a natureza das rochas que compõem o relevo. No território brasileiro, as estrutura geológicas são antigas: pré-cambriana para os escudos cristalinos; paleozóico e mesozóico para as grandes bacias sedimentares do Paraná, Maranhão (Parnaíba) e parte da Amazônica, com exceção das bacias do pantanal matogrossense, a porção ocidental da bacia amazônica e trechos do litoral do nordeste e do sul do país, que são de formação recente (era cenozóica). No entanto, as formas do relevo brasileiro são recentes, decorrentes dos constantes desgastes erosivos de climas anteriores e atuais. O nosso relevo é modelado principalmente pelas intempéries, isto é, pelas variações rigorosas dos elementos climáticos como a temperatura, o vento e a chuva que atuam sobre as rochas.



Minérios e o seu aproveitamento econômico
Todo mineral com componente metálico que apresente, concentração suficiente, serve para exploração econômica.
Exemplo disso, são os minério a seguir na tabela.
 
  
Localizações Principais de Extração de Minérios no Brasil








¡  Serra do Carajás                







¡  Quadrilátero Ferrífero

 
¡  Maciço do Urucum


































Localizações Principais de Extração de Carvão mineral no Brasil





























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